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segunda-feira, 30 de março de 2009

Plantas medicinais para emagrecer

Plantas medicinais para emagrecer:

Receita com plantas medicinais para emagrecer:

Antes de começar o tratamento com as ervas verifique os seus hábitos alimentares, não tome refrigerantes, muito açucar e alimentos que não engordam. Isso ajudará no tratamento com ervas medicinais para o emagrecimento.

As ervas medicinas para o emagrecimento são usadas de uma forma coordenada para ter um efeito rápido e eficaz. O tratamento consiste em acabar com retenção de líquidos e gases, a outra fase queimar gorduras e diminuir o apetite e juntamente com essa coordenação uma outra erva para equilibrar o metabolismo.

Receita com ervas medicinais para emagrecer

Tratamento de 90 dias:

Uma mescla de ervas para emagrecer para as fases citadas acima:

Uso do Urucum para emagrecer:

1ª ao 15ª dia tomar 3 sementes 2x ao dia
16ª ao 30ª dia tomar 4 sementes 2x ao dia
31º ao 45º dia tomar 5 sementes 2x ao dia
46º ao 60º dia tomar 6 sementes 2x ao dia
61º ao 75º dia tomar 7 sementes 2 x ao dia
76º ao 90º dia tomar 8 sementes 2 x ao dia

Durante os noventa dias de tratamento para o emagrecimento:
Cavalinha planta medicinal que emagrece
decocção de seus talos (50 g/l) 2 xícaras uma de manhã e outra a tarde
Verificar aqui no site do lado direito oque é decocção e fazer deste modo. Tomar as 2 xícaras de chá durante 90 dias, juntamente com a receita de Urucum para emagrecer acima.

Erva de São João ajuda no emagrecimento com a diminuição da ansiedade, e melhora o sono além de ser antibacteriana ajudará na parte digestiva nas prevenções de gastrites:
Ferva as raízes durante 2 a 3 minutos. Pode deixar de "molho" durante 24 horas na geladeira, em uma xícara coberta. No dia seguinte, aquece e toma o líquido. Em todos esses casos o produto deve ser bem lavado antes do uso. Tome 3 xícaras uma de manhã, uma de tarde e outra uma hora antes de dormir.

Durante o tratamento:
Beba bastante água - Além de diminuir a retenção de líquidos, ajuda na lubrificação do intestino. Por isso, é essencial tomar pelo menos 2 litros por dia. Mas evite líquidos durante as refeições (o suco e a água dilatam as paredes do estômago empurrando a barriga). Refrigerante nem pensar.

Alimentos recomendados durante o tratamento:

As fibras insolúveis associadas a uma ingestão adequada de líquidos permitem que o intestino funcione de forma regular evitando que a barriga fique dilatada e dolorida (são eles: farelo de trigo não processado ou farelo de arroz, cereais integrais, pão Integral; legumes/ervilha, vagem e nozes; raízes incluindo batata e cenoura; verduras como o espinafre; maçã, laranja e outras frutas. No entanto, as fibras são decompostas pelas bactérias do intestino e o organismo leva um tempo para se acostumar com isso. Assim, introduza-as devagar nas refeições). · Os alimentos diuréticos também contribuem para diminuir a retenção hídrica diminuindo o inchaço (chás, suco de limão, melancia, morango, abóbora, agrião, beterraba, cenoura, escarola, folhas de beterraba, repolho, salsinha, tomate, broto de feijão, pepino).

Exercicios físicos, caminhadas além de regras horários de acordar e dormir durante o período do tratamento.

Pronto esse é o tratamento completo para o emagrecimento, depois de 90 dias você deverá ter perdido no mínimo 10 kg.


Para anunciar nesse site entre em contato pelo email:
atendimento@piritubaonline.com

quarta-feira, 11 de março de 2009

Plantas medicinais para emagrecer

Plantas para emagrecer

Se bem selecionadas, estas plantas otimisam os efeitos do regime, combate a retenção de água no organimo e estimulam a queima de gorduras. Tomar 1 litro por dia, ingerindo com freqüência pequenas poções em forma de tisana.

CAVALINHA
É diurética, serve para o forte teor de silício e combate o relaxamento dos tecidos.

ALGAS
Remineralizante, antifadiga, favorece a queima das gorduras, regula a taxa de açúcar no sangue e de colesterol e dinamiza a circulação.

GARCINIA CAMBOGIA
O seu fruto exótico permite ao organismo de queimar melhor as gorduras em excesso. Além disto, reduz o apetite.

Depois verifique cada planta no menu de plantas nesse site, muitas delas favorecem o emagrecimento, principalmente a cavalinha! Mas verifique todas as plantas do menu e o Urucum.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Plantas Medicinais e Fitoterapia no SUS: a Política do Ministério da Saúde

Plantas Medicinais e Fitoterapia no SUS: a Política do Ministério da Saúde

No dia 15 de dezembro de 2005, o Conselho Nacional de Saúde aprovou a Política Nacional de Medicina Natural e Práticas Complementares no Sistema Único de Saúde (SUS), a qual, por solicitação dos membros deste Conselho, foi renomeada para Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS. O Grupo responsável pela elaboração da Proposta de inserção das Plantas Medicinais e da Fitoterapia contemplada na Política foi coordenado pelo Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF/SCTIE/MS), com participação de representantes da Secretaria de Atenção a Saúde (SAS/DAB, DAE/MS), Secretaria Executiva/MS, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), entidades como a Associação Brasileira de Fitoterapia em Serviços Públicos (Associofito), Sociedade Brasileira de Fitomedicina (Sobrafito), Rede Latino Americana de Plantas Medicinais (Reliplam), Instituto Brasileiro de Plantas Medicinais (I), Secretaria Estadual de Saúde de Santa Catarina e Programa "Farmácia Viva", da Secretaria Municipal de Saúde de Fortaleza. Contou ainda com a participação de representantes do Ministério do Meio Ambiente e da Agricultura e Pecuária. Ressalta-se a importância da participação da Anvisa, responsável pela regulamentação e fiscalização do setor, assim como da Fiocruz-Farmanguinhos, instituição responsável por importantes pesquisas nesta área. O grupo composto por especialistas e profissionais com grande experiência na área buscou elaborar um documento que contemplasse a imensa biodiversidade brasileira, aliada ao compromisso de seguir ou propor legislações específicas para o setor, visando a oferta de serviços com segurança, eficácia e qualidade.

A elaboração da Proposta para Plantas Medicinais e Fitoterapia no SUS foi subsidiada pelas discussões e recomendações do "Fórum para a Proposta de Política Nacional de Plantas Medicinais e Medicamentos Fitoterápicos", ocorrido em 2001, e do "Seminário Nacional de Plantas Medicinais, Fitoterápicos e Assistência Farmacêutica", em 2003, ambos realizados pelo Ministério da Saúde. Traz ainda em seu bojo, recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de outras normas nacionais democraticamente construídas ao longo das últimas décadas.

O objetivo dessa Proposta é ampliar as opções terapêuticas aos usuários do SUS, com garantia de acesso às plantas medicinais, fitoterápicos e serviços relacionados à fitoterapia, com segurança, eficácia e qualidade, na perspectiva da integralidade da atenção à saúde. Entre as diretrizes, temos:


A elaboração da Relação Nacional de Plantas Medicinais e da Relação Nacional de Fitoterápicos;
O provimento do acesso a plantas medicinais e fitoterápicos aos usuários do SUS;
Formação e educação permanente dos profissionais de saúde em plantas medicinais e fitoterapia;
A ampliação da participação popular e controle social;
O incentivo à pesquisa e desenvolvimento de plantas medicinais e fitoterápicos, priorizando a biodiversidade do país;
A promoção do uso racional de plantas medicinais e dos fitoterápicos no SUS;
O acompanhamento e avaliação da inserção e implementação das plantas medicinais e fitoterapia no SUS;
A garantia do monitoramento da qualidade dos fitoterápicos pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária;
O estabelecimento de política de financiamento para o desenvolvimento das ações.

A Política preconiza diretrizes, ações e responsabilidades dos entes federais, estaduais e municipais na sua implantação e implementação, as quais irão orientar os gestores no estabelecimento da mesma ou em sua adequação aos programas já implantados.

Anteriormente à aprovação pelo Conselho Nacional de Saúde, a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS foi pactuada na Comissão Intergestores Tripartite, em fevereiro de 2005, e recomendada pela Comissão de Vigilância Sanitária e Fármaco-epidemiologia deste Conselho.

Entre as diretrizes e ações propostas pela Política, estão em fase de conclusão as Relações Nacionais de Plantas Medicinais e de Fitoterápicos acompanhadas de Mementos Terapêuticos, as quais deverão orientar os gestores e profissionais de saúde quanto às plantas medicinais e fitoterápicos a serem disponibilizados no Sistema de Saúde do Município.

Com relação ao investimento em pesquisas, o Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Ciência e Tecnologia, e junto ao Ministério da Ciência e Tecnologia, vai investir, até 2008, R$ 6,9 milhões em projetos de parceria público/privada que visam o desenvolvimento de bioprodutos com fins terapêuticos em humanos, onde se incluem as plantas medicinais e fitoterápicos. Foram aprovados oito projetos dos 21 avaliados, sendo três da região Sudeste, um da região Sul, um da região Centro Oeste e três do Nordeste.

Está sendo discutido junto ao Departamento de Assistência Farmacêutica (SCTIE/MS) o apoio à produção de fitoterápicos pelos laboratórios oficiais e à produção pública a partir de programas estaduais e municipais de fitoterapia. Acerca do tema, a Política Nacional propõe também a elaboração de regulamentação específica para esta produção pública de fitoterápicos.
Há também a proposição de um projeto de criação de Base de Dados sobre Conhecimento Tradicional de Plantas Medicinais coordenado pelo Departamento de Assistência Farmacêutica, a ser realizado em parceria com os Departamentos de Economia da Saúde e de Ciência e Tecnologia (SCTIE/MS). Esta Base de Dados visa orientar projetos de pesquisa para desenvolvimento de produtos, organizar o registro do conhecimento tradicional de transmissão oral, assim como proteger os detentores deste conhecimento. O Projeto se encontra em fase de avaliação pelo Conselho de Gestão do Patrimônio Genético, do Ministério do Meio Ambiente, responsável pela elaboração de critérios para base de dados de conhecimento tradicional.


Dr. Angelo Giovani Rodrigues
Assessor TécnicoResponsável pela área de plantas medicinais e fitoterápicos
Marize Girão dos Santos
Assessora TécnicaDepartamento de Assistência Farmacêutica Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos EstratégicosMinistério da Saúde

Plantas Medicinais Amazonas agradece sua visita e sempre atualiza as informações sobre plantas medicinais, receitas e política. Guarde esse site entre seus favoritos.

Arruda, Normalização do ciclo menstrual, sarna, piolhos, conjuntivite, leximaniose


Arruda, Normalização do ciclo menstrual, sarna, piolhos, conjuntivite, leximaniose



Nome popular
ARRUDA

Nome científico
Ruta graveolens L.

Família
Rutaceae

Sinonímia popular
Arruda-doméstica, arruda-dos-jardins, ruta-de-cheiro-forte, ruda.

Sinonímia científica
Ruta chalepensis

Parte usada
Folhas, flores

Propriedades terapêuticas
Adstringente, analgésica, antiasmática, antiepiléptica, antiespasmódica, anti-helmíntica, anti-hemorrágica, anti-histérica, antiinflamatória, antinevrálgica, bactericida, calmante, carminativa, cicatrizante.

Princípios ativos
Alcalóides, ácido salicílico livre, álcool metilnonílico, e seus ésteres, matérias resinosas e pépticas, flavonóides, óleo essencial, pipeno, psoraleno, quercitina, ribalinidina, rubalinidina, rutacridona, rutalidina, rutalinium, rutina.

Indicações terapêuticas
Normalização do ciclo menstrual, sarna, piolhos, conjuntivite, leximaniose. Acredita-se que a mais importante virtude da arruda é oferecer maior resistência aos capilares sangüíneos, evitando-se assim possíveis hemorragias.
Informações complementares
Espécies de arruda
Nomes em outros idiomasRue, common rue, garden rue, german rue, herb-of-grace, countryman´s treacle, herbygrass, aruta, somalata, sadab, weinraute
OrigemSua predominância está nos países de clima temperado, embora se diga que é originária da Ásia Menor.
CaracterísticasDe origem herbácea e com muitos ramos, ela cresce em touceiras e chega a atingir até 60cm de altura e compõe uma família que abrange em torno de 1600 espécies de arbustos e árvores, além de algumas herbáceas
A arruda é uma planta de existência longa, que se renova a cada primavera. Suas folhas, de um bonito verde claro, contrastam com o amarelo-ouro de suas flores em ramalhete, dotadas de quatro pétalas, com exceção da flor central que possui cinco pétalas. Os frutos têm a forma de cápsulas arredondadas.
Toda a planta é dotada de um odor característico, forte, devido à presença de uma essência de sabor picante que, na maioria das vezes, permanece mascarado pelo próprio perfume. Na composição das folhas são encontrados princípios amargos, resina, goma, matérias tânicas e, sobretudo, um glucosídio denominado rutina.
Incontestavelmente a arruda é muito conhecida na medicina, seja científica ou popular, da mesma forma como está presente no folclore. Segundo o dito popular, a arruda serve para tirar o mau olhado das pessoas invejosas.
Indicações terapêuticas (continuação)
Afecção dos rins, alterações menstruais, ansiedade, asma brônquica, bexiga, calvície, cefaléia, ciática, clerose, conjuntivite, derrame cerebral, dermatite, dores de ouvido, dor intestinal, enxaqueca, flebite, fígado, fragilidade dos capilares sanguíneos, gases, gota, hemorróidas, hipocondria, inchaço nas pernas, incontinências de urina, inflamação, inflamação nos olhos, insônia, limpeza de feridas, nevralgia, olhos cansados, onicomicose, otite, ouvido (feridas e zumbido), nevralgias, normalização das funções do ciclo menstrual (menstruação escassa), paralisia, parasitas (piolhos e lêndeas), pneumonia, prisão de ventre, repelente de insetos (pulgas, percevejos, ratos), reumatismo, sarna, varizes, vermes (oxiúros e ascárides).
Receitas
Vermífugo
Picar duas folhas e colocá-las em 100ml de álcool de cereais dentro de um vidro de cor âmbar. Depois de 9 dias, tomar 6 gotas da tintura em uma colher de sopa de água a noite antes de dormir, durante 10 dias.
Combate a piolhos
Lavar a cabeça 2 vezes ao dia com o chá morno (20 g para cada litro de água). Enxaguar com xampu ou sabonete.
Parasitas, piolhos e lêndeas
Socar em um pilão 4 folhas de Arruda. Juntar com um copo de vinagre branco, uma colherinha de sal marinho e deixar em maceração por três dias. Coar e aplicar o líquido no couro cabeludo com um chumaço de algodão. Deixar agir por duas horas sem se expor ao sol para evitar queimaduras. Lavar os cabelos como de costume e repetir este processo três vezes na semana.
Sarna
Chá das folhas (20 g para 1 litro de água). Tomar 3 xícaras ao dia.
1 copo de folhas frescas picadas em 1 litro de álcool. Deixar por uma semana: passar no local afetado pela sarna.
Conjuntivite
Decocção de 2 colheres das de sopa de folhas em 1/2 litro de água por 5 minutos. Uso externo. Coar, esperar amornar e aplicar compressas de algodão várias vezes ao dia sobre os olhos.
Macerar as folhas e deixá-las de molho durante 4 horas. Lavar os olhos com água de arruda.
Estresse (esgotamento)
Chá das folhas (l5 g para 1 litro de água). Tomar 2 xícaras ao dia.
Amenorréia (ausência do fluxo menstrual fora do período de gravidez)
Chá das folhas (5 g para 1 litro de água). Tomar 1 xícara ao dia.
Normalizar o ciclo menstrualSocar em um pilão duas folhas grandes de Arruda e adicionar uma xícara de chá de água. Deixar em maceração por uma noite e coar no dia seguinte. Tomar em jejum durante os oito dias que antecedem a menstruação.
Contra-indicações/cuidadosÉ necessário ter muito cuidado pois é uma planta TÓXICA. É venenosa e abortiva. Contra-indicada para gestantes, lactantes, hemorragias, cólica menstrual e sensibilidade na pele.
Efeitos colaterais
Doses elevadas do chá podem causar vertigens, tremores, gastroenterites, convulsões, hemorragia e aborto, hiperemia dos órgãos respiratórios, vômitos, salivações, edema na língua, dores abdominais, náuseas e vômitos, secura na garganta, dores epigástricas, cólicas, arrefecimento da pele, depressão do pulso, contração da pupila e sonolência.
Pode causar fitodermatites, através de um mecanismo fototóxico que torna a pele sensível à luz solar. Nas mulheres pode levar a hemorragias graves do útero.
Curiosidades
Michelângelo e Leonardo da Vinci afirmaram que foi graças aos poderes metafísicos da arruda que ambos tiveram sensíveis melhoras em seus trabalhos de criatividade.
Na Idade Média, era muito usada em rituais religiosos, tida como erva de proteção contra feitiçarias. Por este motivo, é usada até hoje para espantar maus olhados.
Plantas Medicinais Amazonas agradece sua visita e solicita que guarde esse site entre seus favoritos pois estaremos sempre em pesquisas e incessante atualizações.

Aroeira, Azia, gastrite, febre, cistite, uretrite, diarréia, blenorragia, tosse, bronquite, reumatismo, íngua, dor-de-dente, gota, ciática


Aroeira, Azia, gastrite, febre, cistite, uretrite, diarréia, blenorragia, tosse, bronquite, reumatismo, íngua, dor-de-dente, gota, ciática

Nome popular
AROEIRA

Nome científico
Schinus molle L.

Família
Anacardiáceas

Sinonímia popular
Aroeira vermelha, aroeira mansa, corneíba

Parte usada
Cascas , folíolos, sementes, frutos, óleo resinos

Propriedades terapêuticas
Anti-diarréica, antileucorréica, adstringente, balsâmica, diurética, emenagoga, purgativa, estomáquica, tônica, vulnerária, antiinflamatória, fungicida e bactericida

Princípios ativos
Óleo essencial: rico em mono e sesquiterpenos. Taninos, Resinas, Alcalóides, Flavonóides, Saponinas esteroidais, Esteróides, Triterpenos, cis-sabinol, p-cimeno, limoneno, simiarinol, alfa e beta pineno, delta-caroteno, alfa e beta felandeno, terechutona

Indicações terapêuticas
Azia, gastrite, febre, cistite, uretrite, diarréia, blenorragia, tosse, bronquite, reumatismo, íngua, dor-de-dente, gota, ciática
Informações complementares
Muitas espécies no Brasil são conhecidas como Aroeira.
Destacaremos aqui duas espécies:
Schinus molle L.
Schinus terebinthifolia Raddi
Sinonímia científica para Schinus molle L.
Schinus areira L.
Schinus molle var. areira L.
Schinus angustifolius Sessé & Moc.
Schinus huigan Mol.
Schinus mole var. argentifolius March.
Sinonímia científica para Schinus terebinthifolia
Schinus mucronulata Mart.
Schinus weinmanniifolius Mart.
Schinus riedeliana Engl.
Schinus selloana Engl. S
chinus damaziana Beauv.
Schinus raddiana Engl.
Nome popular para Schinus molle
Aroeira, Aroeira vermelha, Aguará-Ybá-Guassú (dos Guaranis) Aroeira do Amazonas, Aroeira folha de salso, Aroeira Salso, Corneiba (dos Tupis), Pimenteira do Peru, Anacauíta, Araguaraíba, Aroeira mansa, Fruto-de-sabiá, Pimenteiro, Terebinto, Aroeira-periquita, Aroeira mole.
Nome popular para Schinus terebinthifolia
Aroeira brasileira, Aroeira vermelha, Aroeira mansa, Cabuy, Cambuy, Fruto-de-sabiá, Aguaraíba, Aroeira da praia, Aroeira do brejo, Aroeira-pimenteira, Bálsamo , Corneíba, Aroeira do Paraná, Aroeira do sertão,
Nome em outros idiomas
Lentisco: Espanhol
Lentisque, poivrier d´Amerique, poivrier du Perou: Francês
Califórnia peper tree : Inglês
Pimenteira bastarda: Portugal
Pfefferstrauch: Alemão
OrigemSul do Brasil
(alguns autores consideram sua origem peruana)
Princípios ativos
Óleo essencial: rico em mono e sesquiterpenos, em teor de 1% para as folhas e 5% para os frutos.
Taninos, Resinas, Alcalóides, Flavonóides, Saponinas esteroidais, Esteróides, Triterpenos. Para as sementes é citado um teor de óleo fixo da ordem de 14%. O óleo essencial da Schinus terebinthifolius contém: cis-sabinol, p-cimeno, limoneno, simiarinol, alfa e beta pineno, delta-caroteno, alfa e beta felandeno, triterpenos como o ácidomasticodienóico, 3 hidroximasticodiênomico, schinol, terechutona, baicremona e ácido terebentifólico.
Uso medicinal
As cascas e folhas secas da aroeira são utilizadas contra febres, problemas do trato urinário, contra cistites, uretrites, diarréias, blenorragia, tosse e bronquite, problemas menstruais com excesso de sangramento, gripes e inflamações em geral. Sua resina é indicada para o tratamento de reumatismo e ínguas, além de servir como purgativo e combater doenças respiratórias.
Emprega-se também contra a blenorragia, bronquites, orquites crônicas e doenças das vias urinárias.
Seu óleo resina é usado externamente como cicatrizante e para dor-de-dente.
A resina amarelo-clara (a qual endurece ao ar tornando-se azulada e depois pardacenta), proveniente das lesões das cascas, é medicamento de larga aplicação entre os sertanejos, como tônico, nos casos em que usam cascas.
Em outros tempos, a aroeira foi utilizada pelos jesuítas que, com sua resina, preparavam o " Bálsamo das Missões ", famoso no Brasil e no exterior.
A planta inteira é utilizada externamente como anti-séptico no caso de fraturas e feridas expostas. O óleo essencial é o principal responsável por várias atividades desta planta, especialmente à ação antimicrobiana contra vários tipos de bactérias e fungos e contra vírus de plantas, bem como atividade repelente contra a mosca doméstica. Este óleo essencial, rico em monoterpenos, é indicado em distúrbios respiratórios. É eficaz em micoses, candidíases (uso local) e alguns tipos de câncer (carcinoma, sarcoma,etc.) e como antiviral e bactericida. Possui ação regeneradora dos tecidos e é útil em escaras, queimaduras e problemas de pele.
Externamente, o óleo essencial da aroeira brasileira utilizado na forma de loções, gels ou sabonetes, é indicado para limpeza de pele, coceiras, espinhas (acne), manchas, desinfecção de ferimentos, micoses e para banho.
Em muitos estudos in vitro, extratos da folha da aroeira brasileira demonstram ação antiviral contra vírus de plantas e apresentam ser citotóxicos para 9 tipos de câncer das células.
Em banhos é utilizado o decocto da casca de aroeira para combater úlceras malignas.
Dosagem indicada
Gota, reumatismo e ciática. Banho- ferver 26g de cascas de aroeira em um litro de água. Tomar, diariamente, um banho de 15 minutos, tão quente quanto possível. Um ensaio clínico feito com extrato aquoso das cascas de Schinus terebinthifolius na concentração de 10% aplicado na forma de compressas intravaginais em 100 mulheres portadoras de cervicite e cervicovaginites promoveu 100% de cura num período de uma a três semanas de tratamento.
Gargarejos, bochechos, compressas, tratamento tópico de ferimentos de pele ou mucosas, infectadas ou não, cervicite, hemorróidas inflamadas, gengivas inflamadas. Cozinhar em 1 litro de água, 100g da entrecasca limpa e seca da Schinus terebinthifolius, quebrada em pedaços pequenos.
Azia e gastrite. Utilizar os frutos cozidos de 2 vezes, cada vez com meio litro de água. Beber em doses de 30 ml duas vezes ao dia.
Uso culinário
A pequena semente do fruto da aroeira vermelha, redondinha e lustrosa, inscreve-se entre as muitas especiarias existentes e que são utilizadas essencialmente para acrescentar sabor e refinamento aos pratos da culinária universal. O sabor suave e levemente apimentado da aroeira vermelha, bem como sua bonita aparência, de uso decorativo, permite o seu emprego em variadas preparações, podendo ser utilizada na forma de grãos inteiros ou moídos. No entanto, a aroeira é especialmente apropriada para a confecção de molhos que acompanham as carnes brancas, de aves e peixes, por não abafar o seu gosto sutil.
Introduzida na cozinha européia, com o nome de aroeira poivre rose (pimenta-rosa), a aroeira vermelha acrescentou um gostinho tropical à nouvelle cuisine.
Outros usos
Devido ao alto teor de tanino, é empregada nos curtumes para curtir peles e couros. As folhas maduras passam por forrageiras. No Peru, a aroeira é utilizada após fermentação para se fazer vinagre e bebida alcoólica.
Contra-indicações
Em todas as partes da planta foi identificada a presença pequena de alquil-fenóis, substâncias causadoras de dermatite alérgica em pessoas sensíveis. Sentar-se à sombra desta aroeira implica grandes riscos, pelos efeitos perniciosos que pode provocar. As partículas que se desprendem de sua seiva e madeira seca podem causar uma afecção cutânea parecida com a urticária, edemas, febre e distúrbios visuais.
O uso das preparações de aroeira deve ser revestido de cautela por causa da possibilidade de reações alérgicas na pele e mucosas. Caso isto aconteça, suspenda o tratamento e procure o médico o mais cedo possível.
Curiosidades
Seus frutos são utilizados na Flórida para decoração de Natal, o que lhe conferiu a denominação de Christmas-berry. Em 1996, uma patente americana foi criada para um produto feito com o óleo essencial de aroeira brasileira, Schinus Terbinthifolius, como um remédio tópico de ação bactericida utilizado contra Pseudomonas aeruginosa e Staphylococcus aureus para seres humanos e animais (um preparado par nariz, ouvido e peito).
A mesma companhia criou uma outra patente em 1997 para um preparado similar usado para limpeza de pele e de ação bactericida.
Agradecemos pela sua visita, nós do Plantas Medicinais Amazonas sempre estaremos em constante pesquisas, atualizações, estudos para trazer o top para você. Guarde esse site entre seus favoritos.
Schinus occidentalis Sessé & MOc.

Arnica brasileira, cicatrizante,adstringente


Arnica brasileira, cicatrizante,adstringente

Nome popular
ARNICA-BRASILEIRA

Nome científico
Solidago microglossa DC

Família
Compostas

Sinonímia popular
Arnica, arnica brasileira, espiga de ouro

Sinonímia científica
Solidago polyglossa DC, Solidago chilens

Parte usada
Folha, partes aéreas floridas e sumidades floridas

Propriedades terapêuticas
Estomáquica, adstringente, cicatrizante e vulnerária.

Princípios ativos
Partes aéreas: quercitrina, um flavonóide glicosídico, taninos, saponinas, resinas, óleo essencial. Raízes: diterpenos inulina e rutina, ácido quínico, ramnosídeos, ácido caféico, clorogênico, hidrocinâmico e seus derivados

Indicações terapêuticas
Ferimentos, escoriações, traumatismos, contusões
Informações complementares
Outros sinônimos científicos
Solidago marginella DC
Solidago odora Hook et Arn, Solidago vulneraria Mart.
Outros nomes populares
Arnica do campo, arnica silvestre, erva de lagarto, erva lanceta, lanceta, macela miúda, marcela miúda, rabo de rojão, sapé macho.
Origem
Parte meridional da América do Sul
Uso medicinal
Apesar de não terem sido ainda comprovadas cientificamente a eficácia e a segurança no emprego desta planta, sua utilização vem sendo feita com base na tradição popular de uma maneira crescente. É empregado externamente no tratamento de ferimentos, escoriações, traumatismos e contusões em substituição a Arnica Montana L.
Dosagem indicadaTratamento de traumatismos e contusões. Aplicação direta sobre a área afetada com auxílio de um pedaço de algodão ou compressas embebidos na tintura ou maceração em álcool de suas folhas e rizomas.
Contra-indicaçõesPor ser considerada tóxica, seu uso interno só deve ser feito com estrita indicação e acompanhamento médico.
Agradecemos pela visita no Plantas Medicinais Amazonas e gostariamos que você voltasse sempre, por favor coloque esse site entre seus favoritos e volte sempre. Constantemente atualizamos nossos conteúdos de qualidade.


Arnica, calvície, dores reumáticas

Nome popular
ARNICA


Nome científico
Arnica montana L.


Família
Asteraceae


Propriedades terapêuticas
Anti-séptica (antimicrobiana) e cardiotônica


Indicações terapêuticas
Calvície, contusões, varizes, dores reumáticas, hemorróidas, bolhas nos pés, dor de dente, gengivite etorcicolo. Internamente é utilizada em casos de hipertensão, aterosclerose, fadiga, estresse físico e mental.

Informações complementares

Uso medicinal
É bastante utilizada externamente na calvície, contusões, varizes, dores reumáticas, hemorróidas, bolhas nos pés, dor de dente, gengivite e torcicolo.
Internamente é utilizada em casos de hipertenção, aterosclerose, fadiga e estresse físico e mental. Apresenta as propriedades anti-séptica (antimicrobiana) e cardiotônica.

Cuidados
O uso em excesso poderá produzir eritema e queimação (uso tópico), além de náuseas, vômitos, tarquicardia, hepatotoxidez e depressão (uso interno).

Segue depoimento da nossa amiga Vivi "beijitos green" Dall´ Osto (maio 2004):

A arnica montana é um remédio que chamo de básico para a sobrevivência. Descobri isso quando nasceu meu menino, e desde então eu, ele e os meus diletos amigos carregamos em qualquer viagem, longe ou perto, radical e metro.

Ela é também regeneradora de tecidos, antibiótico natural. Uso para inflamações de pele (espinhas, arranhões, pancadas etc.), em cirurgias (partos/qualquer), já testada por mim e outros amigos, se tomada durante 15 dias antes e uma semana após, permite um cicatrização rápida, sem edemas ou manchas roxas.

Em traumatismos físicos por acidentes é fantástica. Se passada rapidamente quando de pancadas sérias, evita que inflame e faz com que o edema roxo suma em dois tempos, e de quebra não dá dor.

Machucados, feridas (spray), massagem, cirurgia plástica, enfim, cortou, bateu, inflamou, inchou, costurou, dá-lhe arnica, a "the best".

Uso desde sempre quando a descobri, claro, nunca demais, mas é melhor que mercúrio e aspirina. Fiz há tempo um seminário onde médicos tradicionais que optaram pela orto e holística, trouxeram pesquisas que revelaram estes recursos maravilhosos e que evitam até mesmo remédios mais fortes.

Como já mencionei, eu e os meus amores somos a prova de que é ótima. Faz mais ou menos 20 anos que uso e já experimentei em todos estes casos e mais alguns. Sempre funcionou lindamente. Importante a qualidade e procedência. Beijitosarnica (não deixam cicatriz) Vivi

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Anis-Estrelado, digestivo,anti-espasmódico



Anis-Estrelado, digestivo,anti-espasmódico


Nome popular
ANIS-ESTRELADO


Parte usada
Frutos com suas sementes


Propriedades terapêuticas
Digestivo, carminativo,anti-espasmódico.


Princípios ativos
Óleos essenciais


Indicações terapêuticas
Eliminação de gases estomacais e intestinais, cólicas intestinais em recém-nascidos.

Informações complementares

Origem

Sua origem é tida como chinesa. Lord Cavendish foi o primeiro a conhecê-la na China, no século XIX, e quem o introduziu na Europa

Descrição

O anis-estrelado é uma árvore que pode chegar a até 10 metros de altura produzindo pequenas flores amarelas. Suas folhas são largas e de verde muito intenso, e o que mais caracteriza esta planta são seus frutos na forma de estrela, sendo que no interior de cada “ponta” existe uma semente.

Esta árvore parece com o pé de eucalipto, e pode produzir até 4.000 frutos por colheita. Possui coloração marrom e forte aroma característico, sendo muito mais forte que a erva-doce ou o funcho.
A parte utilizada do vegetal são os frutos com suas sementes. Muito rico em óleos essenciais, são utilizados principalmente como aromatizantes.

Confusão de nomes

Existe uma grande confusão com o nome "anis". No Brasil refere-se ao anis estrelado, só que no resto do mundo o termo "anis" ou "anis-verde" é empregado quando se refere à planta Pinpinella anisum, que aqui no Brasil é chamada de "erva-doce".

O anis-estrelado não é muito empregado no Brasil, provavelmente devido ao preço um tanto quanto salgado. Não é cultivado em nosso território, sendo importado principalmente da Europa.

Uso medicinal

É muito parecida com as ações da “erva-doce”, sendo muito empregado como digestivo e principalmente como carminativo, ou seja, facilita a eliminação de gases estomacais e intestinais, além de ser um excelente anti-espasmódico.
É muito comum o chá para cólicas intestinais em recém-nascidos, mas deve-se tomar cuidado com os excessos, pois pode intoxicar as crianças.

Outros usos

Não temos muitas aplicações do anis-estrelado em nossa cultura, mas pode-se preparar um delicioso chá para ser tomado tanto quente quanto gelado. Pode-se ferver leite com alguns frutos do anis e empregar este leite na produção de bolachas, pães ou outros produtos.
Usa-se também para a produção de licores ou outras bebidas alcóolicas. Os chineses utilizam apenas um fruto para temperar pedaços grande de carne, e acreditam que se cozidos juntamente com os frutos do mar evitariam possíveis envenenamentos.
É muito empregado pela indústria farmacêutica, de bebidas e perfumaria. O nome Illicium vem do radical latino illicere, que quer dizer “atrair e seduzir”, daí vem o termo em português aliciar. O nome foi dado devido ao aroma forte e agradável que exala, realmente seduzindo as pessoas.

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Anis ou erva doce, Digestivo, expectorante, alivia a flatulência,


Anis ou erva doce, Digestivo, expectorante, alivia a flatulência,

Nome científico
Pimpinela anisum L.

Família
Umbelíferas

Sinonímia popular
Erva-doce

Propriedades terapêuticas
Digestivo, expectorante, carminativo, desinfetante

Princípios ativos
Óleo essencial (anetol, isoanetol e anisaldeído, metilchavicol, derivados dos dimetílicos de estiboestrol), óleo fixo, proteínas, colina, açúcares, cumarinas, ácidos orgânicos, flavonóides, esteróis

Indicações terapêuticas
Tônico estomacal, flatulência, regulariza as funções menstruais, melhora a digestão, catarros bronquiais,
Informações complementares
Nome em outros idiomas
Alemão: anis;
Espanhol: anis;
Frances: anis cultive;
Inglês: anise;
Italiano: anice
OrigemOriginária do Oriente Médio, o anis vem sendo cultivado no Egito, na Ásia menor e nas ilhas gregas há mais de mil anos. Quando o Império Romano absorveu a cultura grega, também passou a cultivá-lo, estendendo-o às costas do Mediterrâneo, à França e à Inglaterra.
Propriedades terapêuticasDigestivo, expectorante, alivia a flatulência, carminativo, tônico estomacal, antiespasmódica, galactagogo, regulariza as funções menstruais, é um excelente desinfetante.
Uso medicinal
As sementes de anis facilitam a digestão e são muito apropriadas para crianças pequenas que sofrem de diarréia. Adoçada com mel, sua infusão alivia a flatulência além de aliviar a asma. Se a este mesmo chá for acrescentado funcho, obter-se-á um ótimo remédio para os catarros bronquiais.
Utilizado junto ao açúcar, na forma de xarope, é um excelente expectorante. Mascar sementes de anis ajuda a conciliar o sono, e tomá-las com água faz desaparecer o soluço.
É um excelente antiespasmódico que estimula a ação das glândulas endócrinas, assim como das mamárias. Por conterem até 20% de proteínas, quando secas e destiladas, estas sementes são indicadas para mulheres que amamentam, na medida em que estimulam a produção de leite.
O azeite que delas se extrai serve para matar piolhos, quando friccionado no couro cabeludo, e para acalmar as cólicas, em fricções no ventre.
As sementes do anis possuem excelentes qualidades anti-sépticas, sendo o óleo de anis muito utilizado em pastas de dentes e repelentes de insetos.
A essência de anis serve também para aromatizar numerosos medicamentos, inclusive como corretivo para sabor de infusões onde se misturam ervas. Também é usado para compor incensos.
Dosagem indicada
Dentes (elixir dentifrício). Colocar em um recipiente,que se possa fechar bem,os seguintes ingredientes: 30g de anis em pó, 8g de cravo em pó, 8 g de canela em pó, 1g de essência de hortelã, 850 de aguardente puríssima. Deixar macerar todos os ingredientes na aguardente por cerca de dez dias. Filtrar o líquido e conservar em um vidro com a tampa esmerilhada. Para refrescar a boca, desinfetá-la, purificar o hálito, clarear os dentes e tonificar as gengivas, fazer bochechos com algumas gotas do elixir em um cálice de água morna.
Digestão difícil, acidez do estômago. Carvão digestivo: colocar 50g de sementes de anis em pó , em um recipiente com 50g de carvão de tília em pó e 50g de açúcar. Misturar os ingredientes e tomar uma colherinha desta mistura após cada refeição.
Excitação nervosa, insônia e caimbras. Tintura de anis: macerar, por dez dias, 13g de sementes de anis em 50g de álcool a 70º. Filtrar e conservar o líquido em um vidrinho com tampa em conta-gotas. Tomar 10 gotas logo após as refeições, ou a cada vez que se manifestem os distúrbios. Se o estômago estiver vazio, tomar as gotas diluídas em um uma bebida quente: camomila, tília, chá, etc. Não tomar nunca mais de 50 gotas de tintura ao dia.
Intestino (meteorismo). Infusão: 30g de sementes de anis em um litro de água quente. Filtrar quando o líquido estiver morno e tomar uma xícara, após cada refeição. Usar neste caso também a tintura de anis, ver excitação nervosa, utilizando as mesmas doses.
Afecções intestinais (gases e cólicas); desinfetante intestinal; dores de cabeça (origem digestiva); gastrite (origem nervosa); cólicas infantis. Em 1 xícara (chá), coloque 1 colher (sobremesa) de fruto-semente e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara (chá), 3 vezes ao dia.
Enjôos e vômitos na gravidez; aumentar o leite materno; enxaquecas de origem digestiva. Coloque 3 colheres (sopa) de fruto-semente em 1 garrafa de vinho branco. Deixe em maceração por 10 dias e coe. Tome 1 cálice antes das principais refeições.
Afecções intestinais (gases e cólicas); desinfetante intestinal; enxaquecas (origem digestiva), gastrite (origem nervosa); purificador de hálito (halitose). Coloque 1 colher (sobremesa) de fruto-semente e 1 colher (sopa) de folha de guaçatonga picada, em 1 xícara (chá) de álcool de cereais a 60%. Deixe em maceração por 5 dias e coe. Tome 1 colher (café) diluído em um pouco de água, 3 vezes ao dia, sendo uma de manhã, em jejum, e as demais antes das principais refeições.
Contra indicações
O uso do fruto-semente desde que dentro das doses recomendadas, não tem contra-indicação. Entretanto, o uso exagerado do óleo essencial pode provocar efeitos tóxicos. Contra-indicado em caso de alergia ao anis e anetol.
Efeitos colaterais
Ocasionalmente podem ocorrer reações alérgicas na pele, trato pulmonar e gastrointestinal.
Culinária
As sementes, por conterem óleo essencial, são excelentes para preparo de alimentos e no uso de seu tempero. Pode ser usado para temperar peixes, aves e também ser utilizados em cremes, sopas e molhos. Bolos doces, biscoitos também podem levar o toque doce desta erva. Esta erva também tem muita afinidade com frutas frescas, especialmente figos. As folhas já possuem aroma mais delicado. Pode-se consumi-las frescas na forma de salada, com vegetais ou queijos em creme.
Curiosidades
Semente de anis é um ingrediente base na preparação de licores Anisette como Pernod e Anise. Na medicina popular diz ser afrodisíaco.
Aromaterapeutas utilizam a essência do anis para relaxamento e reduzir a insônia.
Administrando-se às vacas, aumenta-se a produção de leite. Os animais são atraídos pelo seu aroma. Escondendo um pouco de sementes de anis, dentro de um pedaço de queijo, torna-se uma eficiente isca para as ratoeiras.
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Anil, epilepsia, icterícia, nevralgias e dores arituculares



Nome científico
Indigofera tinctoria L.

Família
Leguminosas

Sinonímia popular
Anileira, anileiro-da-india, caá-chica, timbozinho

Parte usada
Folhas, raiz, semente

Propriedades terapêuticas
Antiespasmódico, estomáquico,febrífugo,diurético, purgativo, insetífuga

Princípios ativos
Leucoindigotina

Indicações terapêuticas
Epilepsia, icterícia, dores articulares e nevrálgicas, distúrbios circulatórios, afecções das vias respiratórias, inflamações agudas da pele, hemorragia nasal, intestino, uretrites blenorrágicas, afecções do sistema nervoso, sarna,
Informações complementares
O anil é representado por muitas espécies. Vamos nos referir neste site principalmente a duas espécies: Indigofera tinctoria L. e Indigofera anil L.
Outros nomes populares: caobi-indigo, timbó-mirim
Nomes em outros idiomas:
Alemão:índigo
Espanhol: anileira
Francês: indiotier
Italiano: Alberto d"indaco
Origem: Leste da Índia
Princípios ativos: as folhas da anileira encerram leucoindigotina, substância que convenientemente tratada, precipita o índigo. Mas este fica só quimicamente puro na forma de indigotina, quando dissociado de diversos sais, de uma matéria vermelho esverdeada e de uma resina vermelha, reduzindo o seu peso a pouco mais de 20%.
Uso Medicinal
Na homeopatia o anileiro tem indicações para os seguintes casos: dores articulares e nevrálgicas, distúrbios circulatórios, afecções das vias respiratórias, inflamações agudas da pele (com erupções de vesículas) e hemorragia nasal. As folhas têm propriedades antiespasmódicas e sedativas, estomáquicas, febrífugas, diuréticas e purgativas, com ação direta sobre a última parte do intestino, empregadas contra as uretrites blenorrágicas e as afecções do sistema nervoso.
Ainda com ação contra a epilepsia e icterícia. As folhas machucadas são usadas topicamente contra a sarna. A raiz é odontálgica e útil na cura da icterícia. Outrora empregavam na mordedura de cobras. As sementes depois de pulverizadas tem ação insetífuga, ou seja afugenta insetos. É planta reputada antídoto do mercúrio e do arsênico.
Dosagem indicada Chá de anileiro: Colocar em infusão, em um litro de água fervente, 5g de folhas e raízes de anileiro misturadas. Tomar uma ou duas xícaras ao dia.
Curiosidades: Originário da Índia o anileiro é planta muito popular no Brasil, vegetando espontaneamente em quase toda parte. Há algum tempo o anileiro era bastante cultivado no Brasil para extração do anil, cuja exportação chegou a atingir considerável vulto. Ultimamente com a fabricação de matérias corantes sintéticas em larga escala, o uso do anil, corante de bela cor azul, inodoro e sem sabor tem sido relegado ao esquecimento. Existe pouca bibliografia referente ao anil. O corante anil sintético data de 1880, passando então esta erva cada vez mais cair no desuso e desinteresse.
Há muitos processos para a produção do corante azul extraído do anil. Todos os processos são complexos e incluem fermentação. Traços do corante azul natural foram encontrados nas antigas tumbas egípcias datadas de 3000 anos. Quando as rotas entre Europa e Índia foram estabelecidas no século XVI, o corante índigo foi trazido para a América do Norte.
Existem muitas espécies no Brasil para o gênero Indigofera, algumas usadas como forrageira, outras como adubo verde. No norte do país, por exemplo, temos a Indigofera pernambucencis. Em Mato Grosso, encontra-se a Indigofera lespedezoides, denominada de timbó mirim ou timbozinho, sendo uma espécie que fornece notável quantidade de anil.
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Amor perfeito, feridas e chagas e outras doenças



Nome popular
AMOR-PERFEITO

Nome científico
Viola tricolor L.

Família
Violáceas

Sinonímia popular
violeta-tricolor,violeta-de-três-cores

Parte usada
A planta toda

Propriedades terapêuticas
Antiinflamatória,expectorante,estimulante,sudorífica,diurética,depurativa, emoliente, antitumoral, laxante

Princípios ativos
Flavonóides,Saponinas,Alcalóides,Taninos,Violarrutina,Violanina,Mucilagens,Resina,Glucosídeos, contém sobretudo um óleo essencial, a violaquercitrina-flavona, um metil éster do ácido salicílico.

Indicações terapêuticas
Feridas,chagas, úlceras, eczema úmido,infecções cutâneas,afecções do sangue, debilidade nervosa,cansaço,doenças cardíacas nervosas, icterícia
Informações complementares
Outros nomes populares: amor-perfeito-branco, flor-da-trindade.
Nome em outros idiomas: Alemão: stiefmütterchen; Francês: pensée du bois; Espanhol: pensamiento, trinitaria; Inglês: pansy; Italiano: viola del pensioero.
Origem: Europa
Propriedades terapêuticas: Especialmente útil no tratamento do eczema úmido.Atua favoravelmente sobre os gânglios linfáticos.
Usos medicinais: É muito empregada desde os tempos remotos.Homero conta que os atenienses a utilizavam para moderar a ira. Utilizavam uma guirlanda de flores da Viola tricolor para prevenir dores de cabeça e enjôos. Os chineses utilizam a espécie Viola yedoensis de forma similar. Esta última também empregada em tratamento do eczema infantil grave em um hospital de Londres.
As folhas secas da Viola tricolor, pulverizadas ou misturadas com mel até formarem uma pomada, aplicadas sobre as feridas, ajudam a cicatrizá-las. Para curar infecções cutâneas, tratam-se as partes afetadas com compressas de gaze embebidas em uma infusão da planta. A decocção alivia também as dores reumatismais e trata as afecções de pele, dermatites e eczemas. A infusão, que também pode ser bebida, combate as afecções do sangue, a debilidade nervosa, o cansaço, as doenças cardíacas nervosas e icterícia, pois estimula o metabolismo.
Constitui um bom expectorante devido a seu alto conteúdo em saponinas e também tonificam e fortalecem os vasos sanguíneos.
Emprega-se como cosmético para limpeza de pele e como loção capilar contra a queda do cabelo. Serve para gargarejos. As raízes são eméticas.
Dosagem indicada: Infusão para uso geral: Prepara-se infusão de duas colheres de café por xícara de água fervente, deixe descansar por um quarto de hora. Adoçar com mel. Em virtude dos efeitos eméticos do amor-perfeito, desaconselha-se o aumento das doses.
Xarope: triturar uma colher média de flores secas e colocar em maceração durante uma hora em 250g de água fervendo. Filtrar. Dissolver a quente, sem ferver, 250g de açúcar. Tomar de 5 a 6 colherinhas ao dia.
Depurativo: Infusão: macerar, por uma noite, 8gr de flores e folhas secas de amor-perfeito em um quarto de litro de água fria. Pela manhã, ferver tudo, adicionando 100gr de leite açucarado. Filtrar a bebida e ingeri-la em jejum. Continuar o procedimento por 3 semanas.
Feridas,chagas e úlceras: Cataplasma: para favorecer a cicatrização, fazer compressas com flores e folhas frescas e esmagadas de amor-perfeito, misturadas com leite frio. Infusão: por durante um quarto de hora uma colher de flores secas trituradas em uma xícara de água fervendo. Tomar de 2 a 3 vezes ao dia. Adoçar com mel.
Contra-indicações: não se deve administrar doses muito altas, já que a planta contém saponinas que podem produzir náuseas e vômitos.
Curiosidades: no livro de Shakespeare Sonho de uma noite de verão, o amor perfeito é a flor que Oberon pede a Puck encontrar para fazer adormecer Titânia.
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domingo, 8 de março de 2009

Receita caseira com plantas medicinais que curam a micose

Micose é uma doença causada por fungos e sempre volta, sempre volta, e passam se remédios, cremes, pomadas e não resolve por completo sem falar nas micoses de unhas que são praticamente incuráveis, ou então façam um tratamento de anos e anos com remédios caríssimos.
Temos aqui uma receita para todo tipo de micose:

Uso tópico ok? Não pode tomar pois é toxico, somente passar no local:

Micose: Tratamento com ervas medicinais

Usar folha de aipim ou mandioca

São três folhas de mandioca ou aipim para cada xícara de chá, mais ou menos 250 ml de agua; se ferve e passa morno no local afectado.

Passar com o algodão sobre a parte afectada três vezes ao dia e continuar passando por mais 10 dias depois que a micose desaparecer para que não reste fungos.

Se surge micose em alguém que conheço eu já indico porque nunca vi ser tão eficaz, mas é importante frisar que se deve aplicar topicamente.


Jamais em hipótese alguma tomar o chá pois é intoxicante; somente uso tópico.

Micose de Unha:


Junte 4 dentes de alhos amassados ao tanto de azeite que cubra os dentes de alho, bata no liquidificador. Para bater no liquidificados coloque azeite até acima da parte que corta no liquidificador. Formará um líquido que é o azeite de oliva mais o alho. 
Lixe a unha com um lixador forte para que saia aquela parte branca ou a camada mais externa da micose. Coloque o remédio em cima da unha afetada pela micose em todos os cantos, em baixo, na parte oca, por trás se possível.
Faça o tratamento até que a micose suma.
O tratamento é longo pois a unha que vai nascer será sadia e aquela que já está afetada vai diminuindo.
obs: Toda vez que for passar o remédio, lixe a unha antes com eficiência. Lixe bem!

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Amora, laxativa, antidiabética, calmante, dor de dente





Nome popular
AMORA





Nome científico
Morus alba L.






Família
Moráceas

Sinonímia popular
Amoreira (variedades negra e branca)

Sinonímia científica
Morus nigra L.

Parte usada
Folhas, frutos, raízes, cascas

Propriedades terapêuticas
Laxativa, sedativa, expectorante, refrescante, emoliente, calmante, diurética, antidiabético, antiinflamatória, tônica

Princípios ativos
Morus Alba: adenina, proteína, sais, glicose, flavonóides, cumarina, taninos; Morus nigra: adenina, glicose, asparagina, carbonato de cálcio, proteína, tanino, cumarina, flavonóides, açúcares, ácido málico, matérias albuminóides e pectínicas, pectosa.

Indicações terapêuticas
Dor de dente, pressão sanguínea, tosse, inapetência, prisão de ventre, inflamação da boca, febre, diabetes, dermatoses, eczema, erupções cutâneas
Informações complementares
Nomes em outros idiomas - Alemão: maulbeerbaum; Espanhol: moral; Francês: murier; inglês: mulbery tree; Italiano: gelso
Propriedades terapêuticas: Laxativa, expectorante, refrescante, emoliente, calmante e diurética, antidiabético (variedade nigra), dor de dente, antiinflamatório, reduz pressão sanguínea.
Frutos:tônico, laxante
Folhas: antibacteriana, expectorante,sudorífero
Cascas: anti-reumática,reduz a pressão sanguínea, analgésica
Cascas da raiz: sedativa, diurética, expectorante
Princípios ativos: Continuação (Morus nigra): Os frutos contém vitaminas A,B1,B2,C. Os frutos maduros contém 9% de açúcares (frutose e glicose), ácido málico (em estado livre 1,86%), matérias albuminóides e pectínicas, pectosa, goma e matérias corantes com 85% de água.
Uso medicinal: São conhecidas duas variedades alba e nigra. A segunda com frutos negros e a primeira com frutos brancos. No século XVI, na Europa, se empregavam tanto os frutos como a casca e as folhas da amora negra. O fruto para as inflamações e hemorragias, a casca para as dores de dentes e as folhas para as mordidas de cobra e também como antídoto de envenenamento por acônito. Apesar da amoreira estar desaparecendo da matéria médica na Europa, a amoreira branca segue sendo muito empregada na China como remédio para tosse, resfriados seguidos de febre, dor de cabeça, garganta irritada e pressão alta. Com o conceito chinês de yin e yang, a amoreira branca é empregada para dissipar o calor do canal do fígado, que pode levar a irritação dos olhos e afetar estados de ânimo e também para refrescar o sangue. Portanto é considerada um tônico yin. Na Europa recentemente tem-se empregado as folhas da amora negra para estimular a produção de insulina na diabetes.
Dosagem indicada: Inflamações da boca: espremer alguns punhados de amoras, ainda que não totalmente maduras,recolhendo o líquido em uma tigela. Fazer bochechos freqüentes com este suco diluído em pouca água. Dores de dentes: Decocção: em fogo moderado, ferver 40g de raízes de amoreira em meio litro de água, até que fique reduzida à metade. Depois de morno, filtrar o líquido e empregá-lo em bochechos. Diurético: Infusão: deixar em infusão, até amornar, um punhado de folhas secas de amoreira em um litro de água fervente. Filtrar o líquido, bebendo-o em calicezinhos durante o dia para que produza efeito diurético.
Garganta, tosse: Xarope:esmagar ao máximo algumas amoras negras e recolher o suco em um recipiente de alumínio esmaltado ou de vidro. Adicionar açúcar numa quantidade que tenha o dobro do peso do suco e colocar em fogo brando. Quando esta mistura adquirir a consistência de xarope, deixá-la esfriar e guardá-la num vidro bem fechado, conservando-o em local fresco e escuro. Para as inflamações da garganta, devem-se diluir duas colherinhas do xarope em um cálice de água morna, empregando-a em gargarejos.Em caso de tosse,dissolver uma colherinha do xarope em uma xícara de água quente e tomá-la.
Estômago(inapetência): Decocção: ferver 20g de cascas de amoreira branca em meio litro de água. Filtrar o líquido e adoçá-lo, tomando-o em calicezinhos meia hora antes das refeições. Intestinos (prisão de ventre): Decocção (laxativa): em meio litro de água, ferver 15g de raiz e casca de amoreira misturadas. Quando o líquido ficar morno, filtrá-lo e adoçá-lo com mel. Beber metade pela manhã, em jejum, e o restante à noite, antes de deitar. Para obter-se um laxativo de efeito mais rápido, deve-se aumentar em até o dobro a quantidade de casca e raiz, ou seja 30g das cascas e raízes misturadas, regulando-se quantidade de acordo com as reações do organismo a este tipo de purgante. Também os frutos ingeridos frescos e temperados com um pouco de açúcar, especialmente da variedade negra, ajudam no funcionamento do intestino.
Pele (dermatoses, eczema, erupções cutâneas): Cataplasma: colocar um punhado de folhas frescas de amoreira, depois de lavadas e enxugadas, em um recipiente com uma ou duas colheres de água, aquecendo-o até o líquido evaporar. Estender as folhas sobre uma gaze, esmagá-las um pouco fazendo sair todo o líquido e aplicá-las quentes (mas não ferventes) sobre a região afetada. Quando a compressa esfriar, renová-la mais duas vezes.
Pressão sanguínea alta: Infusão: colocar um punhado de folhas frescas de amoreira em meio litro de água fervente. Depois de morno,filtrar o líquido, bebê-lo em cálices no decorrer do mesmo dia em que foi preparado.
Febre: 40 a 80g de folhas por litro em infusão.
Diabetes: Infusão: utilizando as folhas, 1 xícara 4 a 6 vezes ao dia.
Contra-indicações: Não se deve consumir o fruto em caso de diarréia. Não se deve administrar as folhas nem raízes no caso de debilidade ou "frio" pulmonares. Em caso de dúvida deve-se recorrer ao médico.
Curiosidades: A amora é cultivada pelas suas folhas que são o alimento exclusivo do bicho da seda.A cultura da amora se estendeu pelo mediterrâneo junto da qual se cria o bicho da seda.
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sexta-feira, 6 de março de 2009

Dica caseira uso interno para a beleza da pele e cabelos

Receitas para Tratamento de Beleza

Erva Cavalinha
A cavalinha é muito conhecida e muito usada em tratamentos de beleza: ajuda a evitar varizes e estrias, limpa a pele, fortalece as unhas e dá brilho aos cabelos.
Chá por decocção
Ingredientes: 2 colheres de sopa de erva picada; 500 ml de água
Coloca-se a planta em um recipiente com água fria, fervendo-se por 5 minutos contados a partir do momento do início da fervura. Coa-se e toma-se ainda quente

Alho, arteriosclerose, antibiótico

Nome popular
ALHO






Nome científico
Allium sativum L.






Parte usada
Dentes (bulbilhos)






Propriedades terapêuticas
Expectorante, antigripal, febrífugo, desinfetante, antinflamatório, antibiótico, antisséptico, vermífugo






Indicações terapêuticas
Bulbos depois de transformados em chá têm ação contra vermes e parasitos, hipertensão, picada de inseto, contra ácido úrico, gripe, resfriado, tosse, rouquidão, dor de ouvido, arteriosclerose.





Informações complementares
Uso medicinal





Eficiência terapêutica comprovada pelo Ministério da Saúde. Indicações: contra hipertensão, picadas de inseto, diurético, expectorante, antigripal, febrífugo, desinfetante, antinflamatório, antibiótico, antisséptico, vermífugo (lombriga, solitária e ameba), para arterioesclerose e contra ácido úrico





Dosagem indicada


Gripe, resfriado, tosse, rouquidão Maceração: esmagar um ou dois dentes de alho dentro de um copo com água. Tomar um copo três vezes ao dia. Tintura: moer uma xíc. (cafezinho) de alho dentro de um recipiente contendo 5 xíc. de álcool 92o GL, deixar em maceração por 10 dias, coar. Tomar 10 gotas em meio copo de água três vezes ao dia, para problemas do aparelho respiratório (gripes, etc.).





Hipertensão Utilizar uma colher de chá da tintura em meio copo de água três vezes ao dia ou comer dois dentes de alho pela manhã.





Vermífugo Comer três dentes de alho pela manhã em jejum durante sete dias.





Dor de ouvido Amassar um dente de alho em uma colher de sobremesa de azeite morno. Pingar três gotas no ouvido e tampar com algodão.





Arteriosclerose Comer na alimentação 3 dentes de alho cru picado, 3 vezes por semana, durante 3 meses.





Contra-indicaçãoContra-indicado para pessoas com problemas estomacais e de úlceras, inconveniente para recém-nascidos e mães em amamentação e em pessoas com dermatites. Em doses muito elevadas, pode provocar dor de cabeça, de estômago, dos rins e até tonturas.





Extrato de alho para tratamento de bronquites e limpeza do corpo de inflamações





Esta receita de extrato de alho purifica o organismo das gorduras e também dissolve os coágulos do sangue, limpa o corpo das inflamações e das doenças broncopulmonares, da gastrite, úlceras do estômago e hemorróidas. Faz desaparecer por completo a dor de cabeça. Todo o organismo se recupera.





Preparo






Descascar 180 g de alho, passar no amassador de alho.
Colocar o alho em um vidro com 250 ml (1/4) de litro de pinga
Fechar bem e deixar na geladeira durante 10 dias.
Tirar da geladeira e coar, deixando somente o liquido.
Tampar bem o vidro e deixar novamente mais 2 dias na geladeira.
No terceiro dia o extrato de alho está pronto.





Tomar em gotas antes das refeições conforme a tabela. Antes de tomar agitar bem o vidro.



Do 19o. dia em diante, tomar todos os dias, 25 gotas, 3 vezes ao dia, até terminar o extrato. Esta terapia pode ser repetida somente depois de 5 anos. É necessário seguir as doses com o conta-gotas e tomar todos os dias sem falhar para dar seqüência na contagem das gotas.

Tomar com suco de frutas, de legumes, leite ou água. Não deixa nenhum cheiro, nem de transpiração.

Alfazema para depressão, feridas, má digestão e muito mais





Nome popular
ALFAZEMA

Nome científico
Lavandula officinalis Chaix & Kitt.

Família
Labiatae

Sinonímia popular
Lavanda

Parte usada
Flores

Propriedades terapêuticas
Anti-séptico, tônico, antiespasmódico, calmante, digestivo, antibacteriana, carminativa, revulsiva

Princípios ativos
Óleos essenciais (acetato de linalilo e linalol), taninos 12%, cumarinas, princípio amargo, saponina ácida, resina

Indicações terapêuticas
Reumatismo, nevralgias, hemicrania, excitação nervosa, insônia, vertigens, contusões, feridas, inapetência, má digestão, asma, coqueluche, faringite, laringite, depressão, cistites, enxaquecas, bronquite, corrimento vaginal, prurido vaginal, sarna, piolho
Informações complementares
Variedades utilizadas: Lavandula angustifólia Mill, Lavandula officinalis Chaix, Lavandula spica L., Lavandula Vera DC., Lavandula vulgaris Lam.
Nome em outros idiomas: alemão (lavendel), inglês (lavender), francês (Lavende), italiano (lavanda).
Propriedades terapêuticas: anti-séptico, tônico do sistema nervoso, antiespasmódico, calmante dos nervos, digestiva, antibacteriana, carminativa, favorece o fluxo biliar. Para o uso externo:ligeiramente revulsivo, sendo empregada no reumatismo.
Usos medicinais: nevralgias, hemicrania, excitação nervosa,insônia, vertigens, contusões, feridas, inapetência, má digestão, asma, coqueluche, faringite e laringite.
Dosagem indicada:
Asma, bronquite, tosse, catarro, gripes, sinusites, tensão nervosa, depressão, insônia, vertigens, cistites, enxaquecas: coloque 2 colheres de flores em 1 xícara de álcool de cereais a 60%.Deixe em maceração por 5 dias e coe. Tome 1 colher (café) diluída em um pouco de água, 2 vezes ao dia. Pode também adicionar este preparado à água de banho.Faça banho de imersão por 20 minutos.
Asma, bronquite, tosses, catarro e gripes: Decocção: ferver por 2 minutos, em um litro de água, 60g de sumidades floridas de alfazema. Filtrar e beber o líquido de 4 a 6 xícaras ao dia. Infusão: colocar em infusão, por 5 minutos, 5 g de flores de alfazema em uma xícara de água fervente. Adoçar com mel e beber. Repetir a dose 4 vezes ao dia.
Cansaço: Óleo de alfazema: em um recipiente, colocar 3 quartos de litro de um bom azeite e um punhado de flores frescas de alfazema. Fechar bem o recipiente e colocá-lo em um lugar fresco onde deve ser deixado por cerca de 20 dias. Filtrar o óleo sobre um tecido de linho. Pingar algumas gotas do óleo sobre um torrão de açúcar e deixar derreter lentamente na boca. Também algumas gotas de essência de alfazema sobre as têmporas e pulsos dará um grande alivio àquele que se sente cansado por excesso de trabalho ou por uma vigília prolongada.
Contusões: Alcoolato de alfazema: colocar em infusão, por 15 dias, 50 g de flores de alfazema em 1 litro de álcool. Filtrar o líquido e colocá-lo em um vidro provido de tampa em esmeril. Contra as contusões, friccionar suavemente com um pouco de líquido para aliviar as dores e fazer desaparecer a inflamação.
Fricções Verter na palma da mão algumas gotas de essência de alfazema e friccionar a região contundida. A essência de alfazema encontra-se à venda em farmácias especializadas.
Diurético: Colocar por cinco minutos 5g de flores de alfazema em uma xícara de água fervente. Filtrar e beber 3 xícaras ao dia.
Estômago(má digestão) Óleo de alfazema, vide cansaço. Pingar algumas gotas do óleo de alfazema em um dedo de água ou um torrão de açúcar para tomar após a refeição.
Alcoolato de alfazema, vide contusões. No álcool empregado para uso interno, certificar-se ser álcool de cereais, próprio para consumo. Antes de cada refeição, beber dois dedos de água na qual foram diluídas alguma gotas de alcoolato de alfazema.
Excitação nervosa: Infusão: em uma xícara de água quente, colocar em infusão uma pitada da mistura obtida com: 30 de flores de alfazema, 10g de camomila, 5g de hipérico, 5g de lúpulo, 5g de raiz de valeriana. Filtrar o líquido e beber antes de deitar-se. Inalação: em uma tigela com água fervente e esfumaçante colocar algumas gotas de essência de alfazema, colocar a cabeça sobre o recipiente, tendo à testa uma toalha. Aspirar profundamente os vapores
Faringite: Decocção: ferver por dois minutos 40g de flores de alfazema em 1 litro de água. Filtrar o líquido ainda morno. Tomar de 4 a 6 xícaras ao dia.
Feridas: Desinfetante: a falta de um desinfetante alcoólico pode ser suprida, momentaneamente, com alguma gotas de essência de alfazema vertidas sobre a ferida.
Hemicrania,vertigens: Ver cansaço.Tomar seis ou sete gotas muitas vezes ao dia. Contra as vertigens, algumas gotas em pouca água.
Insônia: Alcoolato de alfazema: ver contusões. Pingar algumas gotas de alcoolato em um torrão de açúcar e deixar derreter na boca. Decocção: ferver uma pitada de alfazema em uma xícara de água. Filtrar,adoçar e beber antes de deitar-se. Infusão: ver excitação nervosa. Uma ou duas xícaras antes de deitar-se.
Laringite,coqueluche e tosse: Infusão: colocar 50g de flores de alfazema em um litro de água fervendo. Filtrar e beber de 4 a 5 xícaras, adoçadas com mel, durante o dia.
Nevralgia: Óleo de alfazema: ver cansaço. Algumas gotas de óleo sobre um torrão de açúcar. Deixar derreter na boca. Infusão: misturar as seguintes ervas: 20g de flores de alfazema,60 g de flores de prímula medicinal e 20g de flores de camomila. Colocar 5g desta mistura em uma xícara de água fervente e deixar repousar por meia hora. Filtrar e beber em seguida. A dose deve ser repetida de 2 a 3 vezes ao dia.
Corrimento vaginal,prurido vaginal,sarna,piolho: coloque 2 colheres(sopa) de flores em 1 xícara (chá) de vinagre branco. Deixe em maceração por 3 dias e coe. No caso de pruridos e corrimento vaginal,adicione 2 colheres(sopa) à água de banho. Faça banho de assento 1 vez ao dia. Para piolhos aplique no couro cabeludo, com ligeira massagem, deixando agir por 2 horas. Em seguida enxágüe e passe o pente fino. Para sarnas, aplique com um chumaço de algodão.
Escaras de decúbito, queimaduras, picadas de inseto, afecções da pele(eczemas,dermatites e psoríases): Em 1 xícara(chá) coloque 2 colheres (sopa) de flores e adicione óleo de cozinha. Leve ao fogo, em banho-maria, por 1 hora. Espere amornar e coe. Aplique nos locais afetados, com um chumaço de algodão, de 2 a 3 vezes ao dia.
Contra-indicações: seu uso dentro das doses preconizadas não tem contra-indicação. Nas mulheres grávidas deve-se evitar o uso em doses altas por ser estimulante uterino.
Uso culinário: conta-se como curiosidade que uma rainha inglesa gostava de conservas condimentadas com alfazema. Pode-se também fazer um vinagre de alfazema, macerando-se alguns caules da alfazema em vinagre branco por 3 semanas. No Marrocos suas flores são usadas numa mistura de especiarias em pratos finos.
Para empregos caseiros:
Água de colônia anti-séptica: deixar macerar, por vinte dias, 60g de sumidades floridas de alfazema em 1 litro de álcool de cereais a 60º. Filtrar e conservar a água-de-colônia em vidro fechado. Além de ser utilizada para fricções sobre o corpo, após o banho, serve também para desinfetar as mãos e banhar as têmporas e as narinas após ter-se estado próximo a um doente atingido por uma moléstia infecciosa, ou quando se está cansado e acalorado.
Água de alfazema n° 1: misturar os seguintes ingredientes: 200g de álcool a 80º,10g de essência de alfazema,1 g de essência de cravo, 2g de essência de citronela, 5g de essência de bergamota. Deixar em maceração por vinte dias, filtrando em seguida e conservando o líquido em garrafa.
Água de alfazema nº 2: misturar os seguintes: 1 litro de álcool a 80º, 8g de essência de alfazema, 5g de essência de cedro, 8g de essência de bergamota, 3g de essência de benjoim, 15g de alcoolato de melissa. Após vinte dias,filtrar o líquido e conservá-lo em garrafa.
Banho perfumado: misturar 150g de bicarbonato de sódio, 100g de ácido tartárico, 25g de amido de banho, 100g de óleo de amêndoa, 10g de essência de alfazema, 5g de essência de bergamota. Misturar todos os ingredientes e conservar a pasta em um vidro. Usar uma colherinha para cada banho.
Saquinhos perfumados para a roupa branca: misturar todos os ingredientes após tê-los triturados até reduzi-los a p: 25g de sementes de lírio germânico, 30g de pétalas de rosa secas, 7 g de canela, 10g de cravo. Distribuir a mistura em saquinhos e colocar em gavetas, no meio da roupa, ou pendurar nos armários.
Sais aromáticos de alfazema: escolher um vidro com tampa esmerilhada, preenchendo-o com carbonato de amônia em grãos. Adicionar depois uma solução composta de 3 gotas de essência de rosas, 2 gotas de essência de cravo, 1 gota de essência de canela, 3 gotas de essência de bergamota. A solução deve preencher os interstícios entre as paredes do vidro e os grãos de sal.

Alfavaca Estimulante

Nome popular
ALFAVACA


Nome científico
Ocimum basilicum L.


Família
Labiadas


Sinonímia popular
Mangericão


Sinonímia científica
Petit basilic (Fr.)


Propriedades terapêuticas
Estimulante


Indicações terapêuticas
Banhos aromáticos

Informações complementares

Ocimum minimum (Linneo) Planta cultivada nos jardins. Folhas numerosas, agudas e obtusas. Flores pequenas, brancas. Cheiro aromático. Também conhecida por alfavaca cheirosa

Alfarroba substitui chocolate, anti diarreica

Nome popular
ALFARROBA


Nome científico
Ceratonia siliqua L.


Família
Fabaceae


Parte usada
Vagem


Princípios ativos
Açúcar (sacarose, glucose, frutose, manose), fibra (celulose e hemicelulose), gordura, proteína, elevado teor de cálcio e fósforo, taninos (compostos polifenólicos).


Indicações terapêuticas
Antidiarreico para crianças. Utilizado como substituto do chocolate, seja por causa da cafeína ou do açúcar

Informações complementares

Nome em outro idiomaInglês: carob

OrigemNativa da costa do Mediterrâneo

Descrição e característicasA alfarroba (do árabe al karrub, a vagem), é o fruto da alfarrobeira. Usado na forma de chá numa composição com erva-mate e menta.

Pensa-se que as suas sementes foram usadas, no antigo Egipto, para a preparação de múmias. Foram, aliás, encontrados vestígios de suas vagens em túmulos.

Pensa-se que a alfarrobeira terá sido trazida pelos gregos da Ásia Menor. Existem indícios de que os romanos mastigavam as suas vagens ainda verdes, muito apreciadas pelo seu sabor adocicado. Como outras, a planta teria sido levada pelos árabes para o Norte de África, Espanha e Portugal.

A semente da alfarrobeira foi, durante muito tempo, uma medida utilizada para pesar diamantes. A unidade quilate (carat) era o peso de uma semente de alfarroba. Era considerada uma característica única da semente da alfarroba, o seu peso sempre igual. Hoje em dia, contudo, sabe-se que seu peso varia como qualquer outra semente.

Outros usos
Do fruto da alfarrobeira tudo pode ser aproveitado, embora a sua excelência esteja ainda ligada à semente, donde é extraída a goma, constituída por hidratos de carbono complexos (galactomananos), que têm uma elevada qualidade como espessante, estabilizante, emulsionante e múltiplas utilizações na indústria alimentar, farmacêutica, têxtil e cosmética.

Mas a semente representa apenas 10% da vagem e o que resta - a polpa - tem sido essencialmente utilizado na alimentação animal quando, devido ao seu sabor e características químicas e dietéticas, bem pode ser mais aplicado em apetecíveis e saborosas preparações culinárias.

A farinha de alfarroba é a fracção obtida pela trituração e posterior torrefacção da polpa da vagem. Contém, em média, 48-56% de açúcar (essencialmente sacarose, glucose, frutose e manose), 18% de fibra (celulose e hemicelulose), 0,2-0,6% de gordura, 4,5% de proteína e elevado teor de cálcio (352 mg/100 g) e de fósforo. Por outro lado, as características particulares dos seus taninos (compostos polifenólicos) levam a que a farinha de alfarroba seja muitas vezes utilizada como antidiarreico, principalmente em crianças.

CuriosidadeA alfarroba é uma vagem comestível, semelhante ao feijão, de cor marrom escuro e sabor adocicado, que mede em torno de 10 a 20 cm de comprimento e demora em torno de um ano para amadurecer. Dentro dessa vagem encontram-se de 10 a 16 sementes, ou quilates, que na antigüidade eram utilizados pelos mercadores para avaliar o peso das jóias, em razão do seu pouco peso e uniformidade, de onde vem as palavras "karat" e "kilat".

Atualmente essas sementes também são utilizadas na indústria de alimentos na produção de gomas e espessantes. O pó que é utilizado para substituir o cacau é derivado da polpa da vagem que é torrada e moída. Esse pó, contudo, possui expressiva diferença em relação ao cacau no conteúdo de açúcar e de gordura. Enquanto o cacau possui até 23% de gordura e 5% de açúcar, a alfarroba possui 0,7% de gordura e um alto teor de açúcares naturais (sucrose, glucose e frutose), em torno de 38 a 45%.

Uso alimentarUtilizada por quem não pode ou não quer comer chocolate, seja por causa da cafeína ou por causa do açúcar, tem aparência idêntica e sabor bem mais suave.

Receita - Bolo de AlfarrobaIngredientes

1 xícara de farinha de trigo integral peneirada
2 colheres (sopa) de farinha de alfarroba
1 colheres (sobremesa) de fermento
1 colher (café) de baunilha
4 ovos
1 xícara de óleo de girassol
1 xícara de frutose
1/2 xícara de leite magro
1 xícara de nozes picadas

Preparação


Misture as gemas, o óleo, a frutose e o leite.
À parte junte a farinha de trigo, a farinha de alfarroba e o fermento.
Misture com os primeiros ingredientes.
Acrescente a baunilha e as nozes picadas.
Por último acrescente as claras batidas em castelo.
Leve ao forno médio (200º) cerca de 30 minutos.

Alecrim Pimenta cura Afeccções da pele, impingem, mau cheiro dos pés (chulé), afta, corrimento vaginal, acne, pano-branco, escabiose, caspa, sarna inf

ALECRIM-PIMENTA
Afeccções da pele, impingem, mau cheiro dos pés (chulé), afta, corrimento vaginal, acne, pano-branco, escabiose, caspa, sarna infecciosa, pé-de-atleta, inflamações da boca e garganta.

Nome científico
Lippia sidoides Cham

Família
Verbenaceae

Sinonímia popular
Lípia, alecrim-pimenta, alecrim-do-nordeste, estrepa-cavalo, alecrim-bravo.

Propriedades terapêuticas
Antibiótica, antimicótica.

Princípios ativos
Óleo essencial, terpenos fenólicos, flavonóides, quinonas.

Indicações terapêuticas
Afeccções da pele, impingem, mau cheiro dos pés (chulé), afta, corrimento vaginal, acne, pano-branco, escabiose, caspa, sarna infecciosa, pé-de-atleta, inflamações da boca e garganta.
Informações complementares
São apresentados a seguir dois textos referentes a Lippia sidoides Cham!
Características
É um grande arbusto caducifólio, muito ramificado e quebradiço, com folhas aromáticas e picantes, do semi-arido nordestino.
Tem flores pequenas e frutinhos em aquênio, que não germinam. Para a reprodução é preciso mudas.
Uso medicinal
As partes medicinais são as folhas e as flores usadas em chás em lavações nasais para rinite alérgica. Também útil para aftas e corrimento vaginal, em gargarejos e lavações, respectivamente.
Pode ser feito tintura das folhas a 20%, aplicada em couro cabeludo e afecções da pele, como impingens e "chulé".
Princípios ativosTem óleo essencial (4%), dos quais se destaca o timol, em 60% e cravacrol, dois terpenos fenólicos que tem boa atividade antibiótica e antimicótica. Também tem flavonóides e quinonas que lhe dão carácter anti-séptico.
Outros usosEstudo mostra ação moluscicida contra o hospedeiro intermediário da esquistossomose, o caramujo Biomphalaria glabra.
Seu óleo é adicionado a cosmético por ter estes usos em peles.
É usado em temperos de carnes, como o Alecrim comum (Rosmarinus).
Indicações
Para impingens, acne, pano-branco, aftas, escabiose, caspa, maus odores dos pés, axilas, sarna-infecciosa, pé-de-atleta, para inflamações da boca e garganta, como antiespasmódico e estomáquico. Seus constituíntes químicos lhe conferem forte ação antisséptica contra fungos e bactérias.
Preparo e dosagemInfusão: 1 colher de chá de folhas picadas para cada xícara de água, tomar 2 a 3 xícaras por dia.
Tintura: 200 a 300 g de folhas frescas com 1/2 l de álcool e 250 ml de água.Usar como loção em lavagens e compressas. Para gargarejos e bochechos usar a tintura diluída em duas partes de água.


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